{"id":8861,"date":"2019-11-06T18:18:26","date_gmt":"2019-11-06T20:18:26","guid":{"rendered":"http:\/\/gruporb.adv.br\/?p=8861"},"modified":"2023-02-14T17:10:39","modified_gmt":"2023-02-14T20:10:39","slug":"a-repercussao-do-precedente-vinculativo-em-materia-tributaria-na-recuperacao-administrativa-do-indebito-tributario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/gruporb.adv.br\/index.php\/2019\/11\/06\/a-repercussao-do-precedente-vinculativo-em-materia-tributaria-na-recuperacao-administrativa-do-indebito-tributario\/","title":{"rendered":"A Repercuss\u00e3o do Precedente Vinculativo em mat\u00e9ria tribut\u00e1ria na Recupera\u00e7\u00e3o Administrativa do Ind\u00e9bito Tribut\u00e1rio"},"content":{"rendered":"\n<p>Para conferir coer\u00eancia, unidade e\na promo\u00e7\u00e3o da plena efetividade processual e das garantias sociais e\nfundamentais, os juristas t\u00eam a incumb\u00eancia de auxiliar na cria\u00e7\u00e3o e altera\u00e7\u00e3o\ndas normas &#8211; resultados l\u00f3gicos das necessidades sociais em constante\ntransi\u00e7\u00e3o. <\/p>\n\n\n\n<p>Nesse sentido, o direito\nprocessual \u00e9 ferramenta essencial \u00e0 atualiza\u00e7\u00e3o do direito material, que por\nmeio dos precedentes judiciais, d\u00e3o nova leitura \u00e0 letra da lei e permitem\najustar eventuais disson\u00e2ncias da norma com as garantias constitucionais, sejam\nelas de matriz social, econ\u00f4mica, pol\u00edtica ou tribut\u00e1ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a CF\/88, o sistema constitucional enalteceu o conceito de\ngarantia fundamental, de modo que as premissas constitucionais passaram a ser\nverdadeiro instrumento de prote\u00e7\u00e3o de garantias individuais e coletivas, impondo\na subordina\u00e7\u00e3o do sistema legal \u00e0 Constitui\u00e7\u00e3o. Nesse sentido, a norma\npositivada deve dar efic\u00e1cia pr\u00e1tica aos rem\u00e9dios constitucionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Para dar serventia aos princ\u00edpios da efetividade, da isonomia e da seguran\u00e7a jur\u00eddica, tem-se o rec\u00e9m institu\u00eddo sistema de precedentes\nvinculativos, que ligado \u00e0 ideia de concretiza\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es judiciais,\npositivada no CPC\/2015, deu <em>status<\/em>\nvinculativo aos casos repetitivos, obrigando o Estado a reproduzi-los, sem a\nnecessidade de judicializa\u00e7\u00e3o de demanda sobre o tema afetado pelo precedente\nrepetitivo.<a href=\"#_ftn1\">[1]<\/a> <\/p>\n\n\n\n<p>Nesse ponto, \u00e9 indispens\u00e1vel a an\u00e1lise da evolu\u00e7\u00e3o dos\nprecedentes vinculantes \u00e0 luz das altera\u00e7\u00f5es trazidas pela 12.844\/2013, visto que, referida norma legal deu materialidade pr\u00e1tica aos\nprinc\u00edpios constitucionais da efetividade processual, da isonomia e da\nseguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p>A supramencionada altera\u00e7\u00e3o, a qual se deu antes da\nentrada em vigor do atual C\u00f3digo de Processo Civil, &nbsp;definiu os alcances dos julgamentos realizados\nnos termos dos artigos 543-B e 543-C do diploma processual at\u00e9 ent\u00e3o vigente, com\nfulcro principal na uniformiza\u00e7\u00e3o o entendimento do STF e do STJ, de modo a\nconferir maior seguran\u00e7a jur\u00eddica aos julgados.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse diapas\u00e3o, com a vig\u00eancia do CPC\/2015, que\ndisp\u00f5e de mecanismos de valoriza\u00e7\u00e3o dos precedentes judiciais com o mesmo\nobjetivo de estabiliza\u00e7\u00e3o, por\u00e9m com for\u00e7a vinculante, os incisos IV e V, do\nartigo 19 da Lei n\u00ba 10.522\/02<a href=\"#_ftn2\">[2]<\/a>,\ndevem ser lidos como sendo os recursos especial e extraordin\u00e1rio repetitivos,\nprevistos nos artigos 1.036 e seguintes da Lei Processual Civil em vigor.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, o artigo 19 da Lei n\u00ba 10.522\/02, determina que\na PGFN n\u00e3o apresente contesta\u00e7\u00e3o ou interponha recursos sobre mat\u00e9rias julgadas\nvia recurso repetitivo (especial ou extraordin\u00e1rio) ou, ent\u00e3o, sobre mat\u00e9rias\nque sejam objeto de ato declarat\u00f3rio do Procurador-Geral da Fazenda Nacional,\naprovado pelo Ministro de Estado da Fazenda, em virtude de jurisprud\u00eancia\npac\u00edfica dos Tribunais Superiores. <\/p>\n\n\n\n<p>Nesse ponto, \u00e9 de suma import\u00e2ncia ressaltar que a\nexig\u00eancia de ato declarat\u00f3rio do Procurador-Geral da Fazenda Nacional para n\u00e3o\ncontestar ou recorrer, n\u00e3o se aplica \u00e0s mat\u00e9rias objeto de julgamento via\nrecurso especial ou extraordin\u00e1rio repetitivos (incisos IV e V do artigo 19 da\nLei n\u00ba 10.522\/02), vez que a ressalva feita pelo legislador diz respeito, \u00fanica\ne exclusivamente, \u00e0s mat\u00e9rias em que a jurisprud\u00eancia dos Tribunais Superiores\nse mostre pacificada (inciso II do artigo 19 da Lei n\u00ba 10.522\/02). <\/p>\n\n\n\n<p>Dessa forma, ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do ac\u00f3rd\u00e3o julgado\nvia recurso especial ou extraordin\u00e1rio repetitivos, a PGFN deve,\nautomaticamente, ou seja, independentemente de ato declarat\u00f3rio do\nProcurador-Geral da Fazenda Nacional, deixar de apresentar contesta\u00e7\u00e3o ou\ninterpor recurso sobre a mat\u00e9ria objeto do julgamento, sem que o Procurador\nFazend\u00e1rio incorra em infra\u00e7\u00e3o funcional. <\/p>\n\n\n\n<p>Desta feita, conforme se demonstrou atrav\u00e9s da\nan\u00e1lise das inova\u00e7\u00f5es trazidas pela Lei n. 12.844\/13, ap\u00f3s a publica\u00e7\u00e3o do\nac\u00f3rd\u00e3o paradigma (proferido em julgamento de recurso repetitivo), o PGFN n\u00e3o\npode apresentar contesta\u00e7\u00e3o, tampouco recorrer das senten\u00e7as prolatadas nas\na\u00e7\u00f5es judiciais em andamento que tratem da mesma quest\u00e3o de fato e de direito, visto\nque ocorrer\u00e1 a antecipa\u00e7\u00e3o do certificado do tr\u00e2nsito em julgado j\u00e1 realizado\nno caso paradigma, nas demandas individuais.<\/p>\n\n\n\n<p>De tal modo, verifica-se que a for\u00e7a vinculante do\nprecedente, torna tanto o Poder Judici\u00e1rio, como a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica, obrigados\nao seu cumprimento, de maneira que, uma vez sedimentado, a Administra\u00e7\u00e3o\nP\u00fablica dever\u00e1 modificar a sua forma de aplica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o afetada pelo\nprecedente vinculativo, n\u00e3o sendo mais necess\u00e1rio o administrado buscar o Poder\nJudici\u00e1rio para sua aplica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim sendo, evidente que o CPC\/2015 alterou substancialmente o\nsistema brasileiro de precedentes, vez que regulou seu regime, e al\u00e9m de manter\nos precedentes persuasivos, fortaleceu os precedentes vinculativos, prevendo\nexpressamente o efeito vinculante dos precedentes, trazendo para o ordenamento\nnacional uma grande aproxima\u00e7\u00e3o com o <em>Stare\nDecisis<\/em>, elemento tradicionalmente de <em>Common\nLaw<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso porque, ao positivar o sistema de precedentes\njudiciais, o legislador teve como objetivo assegurar a estabiliza\u00e7\u00e3o com for\u00e7a\nvinculante, submetendo tanto o Poder Judici\u00e1rio quanto a Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica\nao seu cumprimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Logo, tendo em vista que a partir da vig\u00eancia do\nCPC\/2015 o precedente vinculante passou a ter <em>status<\/em> de norma legal, com aplica\u00e7\u00e3o imediata e imposi\u00e7\u00e3o cogente,\ncaso haja publica\u00e7\u00e3o de ac\u00f3rd\u00e3o de recurso repetitivo especial ou extraordin\u00e1rio\ndesfavor\u00e1vel a Fazenda P\u00fablica, mostra-se poss\u00edvel \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o\nadministrativa, atrav\u00e9s da compensa\u00e7\u00e3o imediata dos ind\u00e9bitos tribut\u00e1rios\ndecorrentes da mesma quest\u00e3o f\u00e1tico-jur\u00eddica.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Paula Ribczuk \u2013 OAB\/PR\n82.779<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Advogada Cofundadora da\nRibczuk Advogados<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Graduada em Direito\npela Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) &#8211; 2015;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estudante de Mobilidade Acad\u00eamica pela <em>Universit\u00e1 Degli Studi di Torino (Unito)<\/em> \u2013 2013;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>P\u00f3s-Graduada em Direito\nTribut\u00e1rio pelo Instituto Brasileiro de Estudos Tribut\u00e1rios (IBET) \u2013 2019;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>P\u00f3s-Graduanda em\nContabilidade Financeira e Tribut\u00e1ria pela Universidade Estadual de Londrina \u2013\nUEL.<\/strong><br><\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref1\">[1]<\/a> Consoante doutrina cl\u00e1ssica, os atos jur\u00eddicos em geral, inclusive as\nnormas jur\u00eddicas, comportam an\u00e1lise em tr\u00eas planos distintos: os da sua\nexist\u00eancia, validade e efic\u00e1cia. No per\u00edodo imediatamente anterior e ao longo\nda vig\u00eancia da Constitui\u00e7\u00e3o de 1988, consolidou-se um quarto plano fundamental\nde aprecia\u00e7\u00e3o de normas constitucionais: o da sua efetividade. Efetividade\nsignifica a realiza\u00e7\u00e3o do Direito, a atua\u00e7\u00e3o pr\u00e1tica da norma, fazendo\nprevalecer no mundo dos fatos os valores e interesses por ela tutelados.\nSimboliza, portanto, a aproxima\u00e7\u00e3o, t\u00e3o int\u00edma quanto poss\u00edvel, entre o\ndever-ser normativo e o ser da realidade social. O int\u00e9rpete constitucional\ndeve ter o compromisso com a efetividade da Constitui\u00e7\u00e3o: entre interpreta\u00e7\u00e3o\nalternativa e plaus\u00edvel, dever\u00e1 prestigiar aquele que permita a atua\u00e7\u00e3o da\nvontade constitucional, evitando no limite do poss\u00edvel, solu\u00e7\u00e3o que se refugiem\nno argumento da n\u00e3o autoaplicabilidade da norma ou na ocorr\u00eancia de omiss\u00e3o do\nlegislador. BARROSO, Lu\u00eds Roberto. <em>Curso\nde Direito Constitucional Contempor\u00e2neo \u2013 Os Conceitos Fundamentais e a\nConstru\u00e7\u00e3o do Novo Modelo<\/em>. 7ed. S\u00e3o Paulo: Saraiva. 2018. p. 346. <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"#_ftnref2\">[2]<\/a> Art. 19. Fica a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional autorizada a n\u00e3o\ncontestar, a n\u00e3o interpor recurso ou a desistir do que tenha sido interposto,\ndesde que inexista outro fundamento relevante, na hip\u00f3tese de a decis\u00e3o versar\nsobre: <\/p>\n\n\n\n<p>(&#8230;)<\/p>\n\n\n\n<p>IV &#8211; mat\u00e9rias decididas de modo desfavor\u00e1vel \u00e0 Fazenda Nacional pelo\nSupremo Tribunal Federal, em sede de julgamento realizado nos termos do art.\n543-B da Lei no 5.869, de 11 de janeiro de 1973 &#8211; C\u00f3digo de Processo Civil; <\/p>\n\n\n\n<p>V &#8211; mat\u00e9rias decididas de modo desfavor\u00e1vel \u00e0 Fazenda Nacional pelo\nSuperior Tribunal de Justi\u00e7a, em sede de julgamento realizado nos termos dos\nart. 543-C da Lei no 5.869, de 11 de janeiro de 1973 &#8211; C\u00f3digo de Processo\nCivil, com exce\u00e7\u00e3o daquelas que ainda possam ser objeto de aprecia\u00e7\u00e3o pelo\nSupremo Tribunal Federal. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 1o Nas mat\u00e9rias de que trata este artigo, o Procurador da Fazenda\nNacional que atuar no feito dever\u00e1, expressamente: <\/p>\n\n\n\n<p>I &#8211; reconhecer a proced\u00eancia do pedido, quando citado para apresentar\nresposta, inclusive em embargos \u00e0 execu\u00e7\u00e3o fiscal e exce\u00e7\u00f5es de pr\u00e9\nexecutividade, hip\u00f3teses em que n\u00e3o haver\u00e1 condena\u00e7\u00e3o em honor\u00e1rios; ou <\/p>\n\n\n\n<p>II &#8211; manifestar o seu desinteresse em recorrer, quando intimado da\ndecis\u00e3o judicial. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 2o A senten\u00e7a, ocorrendo a hip\u00f3tese do \u00a7 1o , n\u00e3o se subordinar\u00e1 ao\nduplo grau de jurisdi\u00e7\u00e3o obrigat\u00f3rio. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 3o Encontrando-se o processo no Tribunal, poder\u00e1 o relator da remessa\nnegar-lhe seguimento, desde que, intimado o Procurador da Fazenda Nacional,\nhaja manifesta\u00e7\u00e3o de desinteresse. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 4o A Secretaria da Receita Federal do Brasil n\u00e3o constituir\u00e1 os\ncr\u00e9ditos tribut\u00e1rios relativos \u00e0s mat\u00e9rias de que tratam os incisos II, IV e V\ndo caput, ap\u00f3s manifesta\u00e7\u00e3o da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional nos casos\ndos incisos IV e V do caput. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 5o As unidades da Secretaria da Receita Federal do Brasil dever\u00e3o\nreproduzir, em suas decis\u00f5es sobre as mat\u00e9rias a que se refere o caput, o\nentendimento adotado nas decis\u00f5es definitivas de m\u00e9rito, que versem sobre essas\nmat\u00e9rias, ap\u00f3s manifesta\u00e7\u00e3o da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional nos casos\ndos incisos IV e V do caput. <\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 6o &#8211; (VETADO). <\/p>\n\n\n\n<p>\u00a7 7o Na hip\u00f3tese de cr\u00e9ditos tribut\u00e1rios j\u00e1 constitu\u00eddos, a autoridade\nlan\u00e7adora dever\u00e1 rever de of\u00edcio o lan\u00e7amento, para efeito de alterar total ou\nparcialmente o cr\u00e9dito tribut\u00e1rio, conforme o caso, ap\u00f3s manifesta\u00e7\u00e3o da\nProcuradoria-Geral da Fazenda Nacional nos casos dos incisos IV e V do caput. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Para conferir coer\u00eancia, unidade e a promo\u00e7\u00e3o da plena efetividade processual e das garantias sociais e fundamentais, os juristas t\u00eam a incumb\u00eancia de auxiliar na cria\u00e7\u00e3o e altera\u00e7\u00e3o das normas &#8211; resultados l\u00f3gicos das necessidades sociais em constante transi\u00e7\u00e3o. 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